Review: Golden Sun (GBA – 2001)

Fala galera! No nosso review retrô de hoje, falaremos de mais uma sucesso da nossa querida Nintendo! Conhece o jogo Golden Sun? Se conhece venha conosco para relembrar este clássico e se não, venha conhecer esse grande game!

Golden Sun é um game de rpg, produzido pela Camelot e distribuído exclusivamente pela Nintendo. O jogo foi lançado para o Game Boy Advance (GBA) em 2001 iniciando assim mais uma franquia da Nintendo.

História

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A história de Golden Sun ocorre num mundo chamado Weyard, no qual seus dois principais continentes são Angara ao norte e Gondowan ao sul. Em Weyard, o mundo é regido dentro da combinação dos quatro elementais básicos: terra (Vênus), fogo (Marte), água (Mercúrio) e ar (Júpiter). As quatro orbes provém da Alquimia, uma força onipotente que reinou no passado do antigo mundo. Após vários conflitos surgirem envolvendo os poderes elementais, a Alquimia foi selada. As chaves para desbloquear a Alquimia são as quatro orbes elementares que foram colocadas no Monte Aleph, vulcão adormecido próximo da cidade de Vale. Após o selamento da Alquimia, o mundo de Weyard tornou-se desprovido dos poderes elementais: apenas algumas pessoas de lugares distintos possuem a aptidão natural para manipular um dos elementos na forma de magia chamada Psynergy. Eles são conhecidos como Adeptos.

O jogo começa com os protagonistas ainda crianças, Isaac e seu melhor amigo Garet, vivendo normalmente na vila chamada Vale,  até que tudo muda quando repentinamente um vulcão próximo da vila acorda, Monte Aleph, e acaba gerando grande destruição na vila com algumas pessoas mortas e desaparecidas (entre as mortes, os pais de Issac). Tentando ajudar os moradores, Isaac e Garet enfrentam um casal misterioso e são facilmente derrotados.
Anos depois, Issac e Garet descobrem que o casal misterioso que eles lutaram eram Saturos e Menardi, membros de uma raça estrangeira e Adeptos de Marte (fogo), e ambos estão planejando juntar todas orbes elementais para libertar a Alquimia novamente.

Personagens

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Da esquerda para direita: Ivan, Isaac, Garet e Mia

Isaac – o protagonista do game, sério e focado, Issac tem apenas 17 anos (os eventos iniciais aconteceram quando ele e Garet tinham 14 anos). Ele é um Adepto de Vênus, no qual seus poderes mais fortes provém da terra e plantas ferozes.

Garet – melhor amigo de Issac, é o típico brutamontes nos rpgs. Adepto de Marte (poderes de fogo e maximização no ataque) e também com 17 anos, nasceu e cresceu em Vale, assim como Issac.

Ivan – é um Adepto de Júpiter (poderes do ar e relâmpago) de 15 anos e viveu sua vida com a família de um comerciante famoso da cidade de Kalay. Tímido e honesto, suas Psynergy além de algumas de ataque, têm várias de confusão e ilusão.

Mia –  um Adepto de Mercúrio (água, gelo e cura) de 16 anos da cidade nevada de Imil. Mesmo sendo jovem ela tem uma grande força de vontade e uma grande responsabilidade em sua cidade, no qual ela é a sacerdotisa.

Djinn

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Esquerda superior: Djinn de Vênus (terra), seguido do Djinn de Marte (fogo). Esquerda inferior: Djinn de Mercúrio (água), seguido do Djinn de Júpiter (ar)

 

Uma característica marcante na franquia Golden Sun que teve inicio desde o primeiro game, são os Djinn. Os Djinn (Gênio traduzido ao pé da letra) são criaturas no mundo de Weyard, uma espécie de elementais guardiões das orbes. Cada um representa um dos elementos básicos e eles vivem espalhados no mundo afora: escondidos em arbustos, cavernas, em cima de casas, como “bichinho de estimação” de algumas pessoa. Há ainda alguns selvagens que irão te atacar quando você se aproximar. Se o Djinn vier por livre vontade ou se for derrotado em combate, ele é relacionado com algum dos personagens. Uma vez que ele é alocado em um personagem, este personagem ganha novos Psynergy e seus atribuídos sofre alterações (dependendo, ás vezes para mais, ás vezes para menos).  O interesse dessa mecânica dos Djinn é que cada Djinn pode ser alocado em um personagem com este ganhando certos poderes, e conforme você vai misturando ou acrescentando mais Djinn nesse personagem, a sua classe muda e ele muda também suas habilidades e poderes. As possibilidades são várias!

Outro ponto da mecânica dos Djinn é que, se você está com um determinado Djinn alocado em um personagem (Set), é como se ele estivesse ali doando seus poderes ao personagem. A partir do momento que no combate você remover (Standby) do personagem, este perde os poderes, mas o Djinn faz uma determinada ação na luta (ataca o inimigo, cura os personagens, aumenta atributos, etc, cada um faz algo único) e fica na “reserva”, acumulando orbes para você poder invocar algum tipo de deus elemental (que têm ataques com belos efeitos especiais para o portátil e com GRANDES danos nos inimigos!).

Combate

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O combate além dos já citados Djinn, tem as Psynergy dos personagens além de que certas armas tem golpes especiais quando se acerta um golpe critico. No mais, o combate é em turnos no qual você seleciona os ataques/defesas de seus personagens. Há certos poderes que só podem ser usados em combate e outros que não; alguns itens são amaldiçoados, embora pareçam que irão dar um grande bônus (podem até dar…) seu personagem vai ficar cursed e precisará de outro personagem remova sua maldição ou levar até o clérigo da cidade para remover (lembrando bem a mesma forma que era no clássico game de estratégia Shining Force, um game que a Camelot já trabalhou!)

Meu conselho é que diante de chefes poderosos, vá colocando seus Djinn em Standby para assim, ter várias orbes para invocar os melhores elementais para um ataque (ou vários ataques dependendo!) fulminante!

Conclusão

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Um belo e envolvente rpg que você deve conhecer, uma frase resume este game! Além da mecânica interessante dita acima, o game tem diversos quebra cabeças no jogo que você deve desvendar para progredir nele, cada personagem tem sua personalidade única. A cultura mostrada no game é fantástica! Cada região do mundo de Weyard é mostrada de forma bela fazendo referencias ás diversas culturas e povos reais. Claro que, somente no primeiro game você não irá encontrar todos povos, algo que irá acontecer no decorrer da franquia, mas é muito interessante isso a forma que eles são apresentados: orientais,  loiros , índios, negros, etc.

Outro ponto muito positivo da franquia é que há alguns personagens que aparecem neste primeiro game ou até no segundo, e no terceiro já estão adultos ou então, aparecem seus filhos (algo que me lembrou um pouco Phantasy Star). O game retrata bem a questão família.

Não perca a chance de conhecer essa bela série da Nintendo, e que você possa começar neste primeiro game!

About the author

NerdProfeta

Cristão, marvete, nintendista, fã do Foo Fighters e rpgista.

  • Acho que é o momento de jogar GBA… urgente! Lendo deu a entender que o jogo é bem “costurado” nas tramas e personagens, quer dizer, gameplay e história conversam muito bem. Esse lance de ter um gigantesco poder dividido ou selado com a premissa de divisão e com a chance de reativar o poder me pareceu muito instigante para jogar sem parar, é tipo um livro que a gente vai lendo e quase termina numa lida só. Em outras palavras. O jogo é envolvente!

    • Opa, fala Ulisses!
      O jogo e a série em si são muito bons. Vale a pena para quem curte rpg, eu gostei a forma como ela tratas as culturas e cidades do jogo e praticamente toda cidade / vila tem um segredo ali para se resolver. Os personagens são únicos também assim como todo bom rpg, e você terá que ficar de olho em cada um pois no decorrer da trilogia você encontra-os novamente mais velhos / ou com filhos. Até bebês você tem que ficar ligado, pois eles podem crescer…rsrsrs
      Valeu Ulisses!